Gestão da atual diretoria do Fogão continua metendo os pés pelas mãos

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Alexandre Brito, vice-presidente de esportes olímpicos do Botafogo, e Gláucio Cruz, diretor de esportes olímpicos, ( que viabilizaram o projeto que resultou na montagem do atual elenco de basquete masculino do Fogão, que conseguiu classificação para a Champions Américas ) comunicaram ao presidente Nelson Mufarrej que estão se desligando do clube, alegando desgaste. A informação é do repórter Thiago Veras, da Rádio Tupi.

Os dois dirigentes tratam da transição para a manutenção do Botafogo nas competições de basquete a nível estadual, nacional e continental, junto à Federação de Basquete do Rio (FBERJ), à Liga Nacional e à FIBA Américas.

Brito e Cruz já receberam agradecimentos públicos do técnico da equipe masculina, Léo Figueiró, e são grandes entusiastas do basquete. Eles também afirmaram que o projeto de captação da verba da TIM por meio da Lei de Incentivo ao Esporte está encaminhado.

Nesta quarta-feira, jogadores e comissão técnica receberam o pagamento de 60% dos salários referentes a quase sete meses que estavam atrasados, e os 40% restantes devem ser quitados nos próximos dias, por questões burocráticas do sistema bancário.

De acordo com o blog do Souza, outro tema que tem gerado polêmica é em relação à verba da TIM que seria canalizada para o basquete através da Lei de Incentivo ao Esporte. O clube tem em mãos um e-mail da empresa prometendo um investimento de cerca de R$ 5 milhões, mas isso não garante que o recurso seja direcionado para a modalidade.

Segundo o blog, o departamento de futebol do Botafogo estaria de olho nessa quantia, e a diretoria já demonstrou o interesse nisso ao observar que o Vasco da Gama utilizou o dinheiro – que supostamente seria do basquete – nas divisões de base na temporada passada.

O clube já perdeu a equipe de voley masculino adulto que foi campeã da Liga Ouro e como não conseguiu patrocínio teve que desistir de disputar o NBB Basquete como conseqüência toda a equipe e comissão técnica foram dispensados e com essa crise agora corre o risco de ter sua equipe de basquete dissolvida também.

A cada dia que passa se confirmam o que eu falo há vários anos desde o tempo em que era funcionário do clube a respeito da má gestão o que vem aumentando a divida dia após dia. O que vem se repetindo há vários anos: dispensa-se um funcionário administrativo, um jogador, um membro da comissão técnica etc… e não se paga a indenização. Resultado o dispensado se vê obrigado a recorrer à justiça do trabalho que por sua morosidade leva anos até o seu cumprimento e vai “cair no colo” de outra gestão como está acontecendo agora. Não sei se os funcionários que a atual gestão demitiu foram indenizados, se não foram a história continua e o débito irá ser cobrado gestões mais para frente. Esse é um velho filme que é reprisado a todo momento.

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