Análise: peças encaixam, Botafogo entra em estado de fluxo e desenvolve hábito da vitória

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Já ouviu falar na teoria do flow? É uma condição mental atingida quando estamos totalmente envolvidos e concentrados em uma atividade. E é esse estado de fluxo, de produtividade espontânea, que o Botafogo parece ter encontrado nesse momento da temporada. As peças se encaixaram, os resultados acontecem, e a tranquilidade faz o time empilhar vitórias e boas atuações. O 3 a 1 sobre o Náutico, no último sábado, foi o quinto triunfo seguido dos alvinegros na Série B do Brasileirão.

O Botafogo se acostumou a vencer. E o que explica isso? A troca no comando foi um ponto de partida, mas quando Enderson Moreira chegou ao Nilton Santos ele se deparou com um ambiente já favorável. Prova disso foi a reação carinhosa dos jogadores ao reencontrarem Marcelo Chamusca no sábado: fizeram fila para cumprimentar o ex-treinador.

O clima interno, algumas vezes elogiado pelo atual comandante, é uma base importante para o Botafogo ter se acertado dentro das quatro linhas. No campo, o planejamento para a temporada começou a dar resultados com a chegada de Enderson. O elenco, que ainda sofre reformulações, amadureceu, e jogadores antes questionados subiram de nível.

Peça fundamental hoje no Botafogo, Chay talvez seja a grande sacada de Enderson. Tecnicamente, o Botafogo melhorou com a mudança de posição e a maior liberdade do meia-atacante. Cabeça pensante do time, o jogador atingiu, aos 30 anos, o auge da carreira e surpreendeu positivamente.

Junto com Chay, atletas como Daniel Borges, Barreto, Marco Antonio, Warley e Diego Gonçalves mudaram de patamar. Rafael Navarro, em sua primeira temporada como titular, deslanchou. O encaixe aconteceu. O Botafogo está no fluxo.

O clima interno, algumas vezes elogiado pelo atual comandante, é uma base importante para o Botafogo ter se acertado dentro das quatro linhas. No campo, o planejamento para a temporada começou a dar resultados com a chegada de Enderson. O elenco, que ainda sofre reformulações, amadureceu, e jogadores antes questionados subiram de nível.

Peça fundamental hoje no Botafogo, Chay talvez seja a grande sacada de Enderson. Tecnicamente, o Botafogo melhorou com a mudança de posição e a maior liberdade do meia-atacante. Cabeça pensante do time, o jogador atingiu, aos 30 anos, o auge da carreira e surpreendeu positivamente.

Junto com Chay, atletas como Daniel Borges, Barreto, Marco Antonio, Warley e Diego Gonçalves mudaram de patamar. Rafael Navarro, em sua primeira temporada como titular, deslanchou. O encaixe aconteceu. O Botafogo está no fluxo.

O jogo com o Náutico é mais uma prova de que as coisas estão acontecendo naturalmente para o time alvinegro. O início da partida no Nilton Santos foi complicado. O Timbu subiu a marcação, pressionou e conseguiu, em sua primeira finalização, abrir o marcador. A defesa se atrapalhou no lance. Primeiro, por não ter cortado o cruzamento que chegou até Vinicius. Depois, por deixar Jean Carlos livre na entrada da área para finalizar.

Mas nem o gol, nem a falha desestabilizaram o Botafogo. Comportamento antes incomum, o time teve paciência para se recuperar e assumir o controle do jogo. Após o gol sofrido aos 8 minutos, a equipe de Enderson inverteu os papéis, passou a pressionar a saída do Náutico e a ensaiar boas jogadas ofensivas. A insistência terminou em empate aos 40 minutos, em chute de fora da área de Oyama.

O jogo com o Náutico é mais uma prova de que as coisas estão acontecendo naturalmente para o time alvinegro. O início da partida no Nilton Santos foi complicado. O Timbu subiu a marcação, pressionou e conseguiu, em sua primeira finalização, abrir o marcador. A defesa se atrapalhou no lance. Primeiro, por não ter cortado o cruzamento que chegou até Vinicius. Depois, por deixar Jean Carlos livre na entrada da área para finalizar.

Mas nem o gol, nem a falha desestabilizaram o Botafogo. Comportamento antes incomum, o time teve paciência para se recuperar e assumir o controle do jogo. Após o gol sofrido aos 8 minutos, a equipe de Enderson inverteu os papéis, passou a pressionar a saída do Náutico e a ensaiar boas jogadas ofensivas. A insistência terminou em empate aos 40 minutos, em chute de fora da área de Oyama.

O volante é mais um exemplo do amadurecimento do elenco. Peça importante para o time, o jogador saiu do banco de reservas ainda no primeiro tempo. Hoje o Botafogo consegue ter opções além dos 11 iniciais que entram e mantêm o nível de atuação. Diego Gonçalves, que substituiu Warley no intervalo, também melhorou a produtividade ofensiva dos alvinegros.

A ansiedade, que tanto atrapalhou o time no início do campeonato, está sob controle. O Botafogo manteve o pique no segundo tempo e conseguiu virar logo aos 5 minutos, com Rafael Navarro aproveitando rebote de Chay. A dupla está cada vez mais entrosada. O centroavante, que fez grande partida, ainda teve tempo de aumentar o placar nos minutos finais.

Foi a primeira vitória de virada do Botafogo na Série B. Mais um peso que sai das costas. O desafio da diretoria, agora, é manter os atletas focados, sem que a boa fase suba à cabeça, para não atrapalhar o panorama. Para isso, Enderson, juntamente ao diretor de futebol Eduardo Freeland, entra em ação ao sinal de qualquer faísca para impedir a contaminação do ambiente. Freeland tem boa relação com o elenco e é firme nas conversas quando necessário.

– Foi importante para a nossa maturidade, saber sair atrás e buscar o resultado. Mas falta muita coisa ainda. Temos muitos jogos ainda. Teremos um jogo difícil contra o CSA agora e temos que estar focados para conseguir a vitória – disse o auxiliar Luís Fernando Flores.

O Botafogo de Enderson tem 10 vitórias em 12 jogos. Está embalado. Jogando no automático. Em terceiro lugar com 44 pontos, a quatro do líder Coritiba, o time volta a campo às 19h da próxima quinta-feira, contra o CSA, no Estádio Rei Pelé, e terá o retorno do técnico à beira do gramado depois de cumprir dois jogos de suspensão.

Fonte: ge

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