Autuori vê Botafogo com atitude diante do Vasco: “Equipe tem jogado para ganhar”

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Botafogo atitude

O Botafogo Jogou com atitude e deu o primeiro passo rumo à classificação para a quinta fase da Copa do Brasil ao vencer o Vasco por 1 a 0 na noite desta quinta-feira, no Nilton Santos. O técnico Paulo Autuori viu uma equipe sólida, com atitude e disponibilidade física em campo.

– O Botafogo tem jogado para ganhar. Deveríamos estar surfando mais em cima da tabela no Brasileirão. A equipe tem feito bons jogos no geral, nada de excepcional. Tem sido sólida e sofrido gols em lances pontuais. Contra o Vasco, domingo passado, foi um belo jogo. Hoje foi bem também pela atitude e disponibilidade física, num momento em que todas as equipes sofrem muito pela sequência de jogos.

– Setembro será difícil, pois não poderemos dar descanso, será um momento de sacrifício para todos. Já me preocupo com o jogo de domingo, contra o Santos. Hoje demos um passo à frente, mas é um jogo de 180 minutos – afirmou Autuori.

O jogo de volta entre Botafogo e Vasco está marcado para a próxima quarta-feira, às 21h30, em São Januário. Antes, o time alvinegro enfrenta o Santos, às 18h15 de domingo, no Nilton Santos.

Outras declarações de Autuori:

Preocupação com a parte física

– A questão física é de todas as equipes. Antes do Fernando entrar, minha questão foi perguntar como estavam Honda e Kalou. Logo depois Honda caiu e não tínhamos mais nada a fazer. Se meu olhar fosse só pela questão física, acho que cinco substituições descaracterizam muito a equipe. Só o farei se foi necessário. A equipe estava bem focada e teve atitude e disponibilidade em todos os quesitos: tático, físico, técnico, mental…

Transição e estratégia

– Se vermos os dois jogos contra o Vasco, tivemos possibilidades de trabalhar bem tanto entre a linha de ataque e meio-campo do Vasco quanto de meio-campo para a sua linha defensiva. Nós temos qualidade, estamos quebrando linha dos adversários com rendimento muito bom em todos os jogos. Isso são sequências táticas. Normalmente a gente vê o jogador, o centro do jogo e deixa de olhar com maior abrangência o jogo tanto em termo de profundidade quanto de largura. Não posso falar muito sobre estratégia.

Honda

– É um problema que criamos para o futebol brasileiro. Estou acostumado pelo tempo que passei fora, é normal entrada e saída de jogadores, o treinador que decide o tempo. Os treinadores estão vendo o jogo, mas têm outras coisas que se passam. Eu também fico chateado em relação à produtividade individual ou coletiva da equipe. Saiu Honda e Caio no jogo passado. Contra o Corinthians, fizeram um jogo nota 10 com e sem a bola. No jogo passado, entendi que não aconteceu como deveria.

– São titulares, vão ter momentos melhores e outros não. Hoje fizeram ótimo jogo, deram uma dinâmica diferente à equipe. Minha preocupação é com a equipe como um todo e com o comprometimento de todos com o coletivo, óbvio que sem abrirem mão das suas características.

Matheus Babi

– Pra falar agora é fácil. Aliás, já falei isso antes de começarmos as competições. Já víamos pelos treinamentos, seria um jogador que dificilmente deixaria de jogar. Ficamos felizes com o trabalho que tem feito para a equipe e com seu desempenho individual. Pelo que víamos nos treinos, dificilmente Babi não seria um jogador que pudesse entrar e fazer coisas boas e importantes para o clube. As individualidades aparecem com espontaneidade se trabalharem bem em equipe.

Possibilidade da volta do público aos estádios em outubro

– É óbvio que queremos o futebol com público, mas temos que pensar com mais abrangência. Não acho justo presença apenas de torcedores da equipe mandante. Por que esse açodamento de novo? As coisas não estão tão tranquilas quanto se imagina. Não é momento de apressar as tomadas de decisão que são populistas e que deveriam ter uma discussão maior.

Fonte: GE


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