Botafogo avalia situações de Marcinho e Luiz Fernando e busca investimento para renovar com emprestados

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Luiz Fernando. Botafogo x Parana pela Copa do Brasil no Estadio Nilton Santos. 10 de Marco de 2020, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Foto: Vitor Silva/Botafogo. Imagem protegida pela Lei do Direito Autoral Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.

Enquanto anuncia seus primeiros reforços para a temporada, o Botafogo avalia quem fica e quem sai após períodos de empréstimos – os que estavam no Nilton Santos até 31 de dezembro e pertencem a outro clube, mas também os que retornaram ao clube depois de serem cedidos no último ano.

Luiz Fernando é o caso mais delicado. Emprestado ao Grêmio para aliviar a folha de pagamento do Botafogo e ganhar visibilidade na Série A, o atacante volta em baixa. Além de não ter despertado a atenção de outros clubes em uma possível negociação, foi liberado pelos gaúchos antes mesmo de a campanha do rebaixamento chegar ao fim, na última rodada do Brasileirão.

– Uns de férias, outros machucados e outros querendo sair. A grande maioria já estava com a cabeça em outro lugar, pensando nas férias – justificou à época o vice de futebol gremista, Dênis Abrahão, o afastamento de Luiz Fernando e outros seis jogadores.

Nos bastidores, o Botafogo busca alternativas, mas conta com o jogador caso uma boa proposta não chegue, já que recebe um dos maiores vencimentos do grupo e tem característica que não é farta no elenco.

Marcinho é outro que retorna ao Nilton Santos após ser emprestado na temporada passada. Ele estava no Vitória e também não se destacou: foram cinco gols em 24 jogos. Até agora, o atacante não foi procurado pelo Botafogo para se reapresentar e nem para conversar sobre 2022. À reportagem de ge, o estafe do jogador afirmou que tem “80% de certeza que o clube não conta com ele”.

Bota procura investimento para manter dupla

Quatro jogadores tinham contrato de empréstimo com o Botafogo até 31 de dezembro de 2021: os meias Marco Antônio e Oyama, o volante Barreto e o zagueiro Lucas Mezenga.

O único que tem a permanência definida é o defensor, cujo contrato de empréstimo foi renovado junto ao Nova Iguaçu por mais um ano. Já Marco Antônio, mesmo manifestando o desejo de continuar no Rio de Janeiro, já se reapresentou ao Bahia depois de os clubes não chegarem a um acordo.

A indefinição fica por conta de Barreto e Oyama. A direção do Botafogo admite que não tem dinheiro para investir na dupla, mas procura alternativas para mantê-la para disputar da Série A. O volante, inclusive, está pronto para se reapresentar ao Criciúma, clube que detém seus direitos, enquanto as conversas continuam.

Oyama também espera. O Botafogo enfrenta resistência do Mirassol, dono do meia, que não pretende liberá-lo por empréstimo de mais um ano sem compensação financeira. A diretoria alvinegra, por outro lado, afirma não ter o suficiente para fazer o investimento.

Fonte: ge

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