Botafogo bota reconstrução em primeiro plano e diz que efeitos para títulos ‘não virão em curto prazo’

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Na última segunda-feira, o Botafogo divulgou uma nota oficial atualizando algumas situações internas do clube no sentido do processo de profissionalismo. Entre algumas medidas, a revisão de esportes que não são autossustentáveis e o fato de ter colocado a reconstrução financeira como prioridade, como está neste trecho:

“O Projeto de Orçamento e todas as demais despesas estão sendo revisados considerando o princípio do orçamento base zero e precisarão ser readequados a novos parâmetros, coerentes à política de austeridade que entrará em vigor. Baseado nesta premissa, cabe informar que está sendo reavaliada a continuidade de modalidades esportivas e outras atividades que não sejam autossustentáveis.

Ao longo desse processo, é importante que o torcedor entenda que os efeitos esperados pelas novas medidas não virão em sua maioria no curto prazo, embora seja absolutamente compreensível a ânsia por títulos e resultados imediatos.

O Botafogo irá atravessar um período de necessárias transformações para retomar a sua pujança institucional e esportiva. Com responsabilidade, transparência, gestão e saneamento financeiro — o que permitirá ao Clube resgatar sua credibilidade e valorizar seus ativos aos investidores — a instituição se tornará mais atraente.”

A prioridade para a nova gestão do Botafogo – liderada pelo presidente Durcesio Mello e o CEO Jorge Braga – colocou a reconstrução das finanças e uma mudança de medidas internas como a prioridade dos próximos anos. Por isto, a busca por títulos pode não aparecer a curto prazo, como a própria nota escreve.

O último título que o Botafogo conquistou, vale ressaltar, foi o Campeonato Carioca de 2018. Em âmbito nacional, o Alvinegro não levanta um troféu desde 1995, quando venceu o Brasileirão.

O Botafogo convive com dívidas maiores que os orçamentos anuais que o clube possui há décadas. Não à toa, a dívida líquida do clube de General Severiano supera R$ 800 milhões. A prioridade da gestão não é pagar toda essa quantia, mas iniciar um processo para tal.

Para isto, a gestão abriria mão até mesmo de gastar tudo que possui – ou até um pouco mais – para montar equipes para disputar as temporadas. A responsabilidade financeira, pelo o que foi informado, deve passar a ser lei para o Botafogo. Agora, é deixar o tempo confirmar isto na prática.

Fonte: IstoÉ!

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