Botafogo Feminino: Trabalho nos bastidores

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Após a classificação das Gloriosas para o Campeonato Brasileiro A1, há um trabalho bem elaborado no Clube para a melhoria da estrutura, algo fundamental para que a equipe alvinegra alcance metas e objetivos na elite do futebol feminino nacional.

Dando continuidade a um trabalho importante da diretoria em prol da estruturação da modalidade, a novidade que ronda o campo de General Severiano é a chegada de um drone. Leonardo Goulart, analista de desempenho da equipe de Futebol Feminino do Botafogo, comentou sobre seu novo aliado nos treinos.

“É um facilitador do processo, principalmente da parte tática do jogo. Ele nos permite coletar dados em vídeo, que é nosso primeiro passo na análise, de vários ângulos diferentes e posteriormente esses são transmitidos ao Gláucio para que ele possa fazer as correções necessárias junto as atletas”, disse Léo. 

INÍCIO DE TRABALHO

O analista chegou ao Botafogo logo no início do processo de estruturação do Departamento de Futebol Feminino, antes da estreia do time no Campeonato Brasileiro A2, o que serviu como laboratório e para consolidar o trabalho.

“Eu cheguei no início do processo e todo começo é difícil. Tínhamos um período muito curto para desenvolver as atletas e competir em bom nível em uma competição que é muito traiçoeira como a A2. Além do mais, toda estrutura do clube para o futebol feminino ainda estava sendo criada com o trabalho incansável da Rose nos bastidores. No entanto, tínhamos a visão clara de que era a estruturação de um projeto que teria frutos mais sólidos no ano seguinte e atingimos esse objetivo”, comentou Leo.

CONFIRA A ENTREVISTA COMPLETA COM O ANALISTA:

ROTINA DE TRABALHO

“No dia a dia de treinamentos, atuo basicamente gerando informações para toda a comissão técnica e, principalmente, ao Gláucio, visando auxiliá-lo no processo de desenvolvimento da equipe. Durante os treinamentos, eu coleto dados em vídeo ou de forma quantitativa, que posteriormente são analisadas, tratadas e transmitidas ao treinador para que ele possa propor as correções, sejam elas coletivas ou individuais. A partir daí, geramos materiais que auxiliem nessa transmissão de informações as atletas.”

“Além disso, faz parte do dia a dia a análise dos nossos próximos adversários também. Aliás, esse é um processo bem criterioso. Buscamos coletar os dados com máximo de riquezas possível para que nossa equipe chegue pronta e conhecendo o máximo do nosso adversário, inclusive características individuais de cada atleta rival. Nem sempre é fácil devido à escassez ainda de informações no futebol feminino, mas durante a campanha da série A2 foi parte importante da nossa caminhada.”

Fonte: Botafogo

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