Brasileirão ou “Gringão”? Disputa entre técnicos brasileiros e estrangeiros marcará 2º turno

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Qual será a grande narrativa para se acompanhar no segundo turno do Campeonato Brasileiro? Aquela história pra gente ficar de olho aberto e acompanhar rodada a rodada até o fim da competição nacional… Os colunistas do UOL Esporte elegeram as suas preferidas, e, segundo eles, um tema em especial chamará mais atenção: o duelo entre técnicos brasileiros e estrangeiros e uma possível ‘comprovação’ da superioridade dos gringos em caso de título de algum time que tenha no comando um treinador de fora do país. Será?

Hoje, os três primeiros colocados do Brasileirão —Inter, Atlético-MG e Flamengo— são dirigidos por estrangeiros. O São Paulo aparece em quarto, com o técnico nacional mais bem colocado, Fernando Diniz. 

“Coudet, Sampaoli e Dome receberam a companhia de Abel Ferreira para disputar as primeiras posições do Brasileirão. Sá Pinto, no Vasco, e Ramón Díaz, no Botafogo, têm as tarefas mais difíceis e, se conseguirem êxito, ficará ainda mais claro que o mercado de técnicos brasileiros sofre com as opções”, analisa o blogueiro Danilo Lavieri.

Marcel Rizzo foi outro a apontar essa história como a mais importante para se ficar de olho no segundo turno. “A chegada de Abel Ferreira ao Palmeiras aumentou a concorrência para os brasileiros. Dos cinco primeiros times no momento, três são estrangeiros. Diniz, no São Paulo, e Odair Hellmann, no Fluminense, fazem bom trabalho entre os técnicos brasileiros”, disse.

Menon, por sua vez, aponta o atual Brasileirão como o campeonato ‘mais disputado dos últimos tempos’ e dá destaque à “luta de Fernando Diniz contra quatro treinadores estrangeiros (Domènec, Coudet, Abel e Sampaoli) pelo título”.

Já Rodolfo Rodrigues coloca Atlético-MG, Internacional e Flamengo como grandes favoritos ao título, o que significaria o segundo título nacional seguido de um técnico gringo: “A tendência é que o título fique na mão de um dos três (Sampaoli, Coudet ou Torrent), que nesse primeiro turno mostraram que estão à frente dos brasileiros. Odair Hellmann, Ceni e Renato Gaúcho foram bem, mas não brilharam”.

Rodrigo Coutinho completa: “Acho que essa é a história mais importante não só do segundo turno, mas do momento do futebol brasileiro. Não quer dizer que todos os técnicos estrangeiros são superiores aos brasileiros. Há técnicos bons e ruins aqui ou lá fora, mas (os estrangeiros) em sua grande maioria têm formação profissional mais elaborada, trabalham com conceitos e métodos de treinamento mais atuais, e conduzem a relação com jogadores e diretoria de forma mais profissional. O sucesso dentro de campo não é fruto do acaso. E o Brasil precisa formar melhor os seus treinadores, além de oferecer um ambiente mais profissional”.

Fonte: UOL

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