Conexão entre Rafael e torcida do Botafogo marca volta do público ao Nilton Santos

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A atmosfera da estreia foi perfeita para Rafael, dentro das circunstâncias. Apesar das restrições necessárias por conta da pandemia, o novo camisa 7 do Botafogo fez o primeiro jogo pelo clube acompanhado de perto pela torcida. Estreitando ainda mais um laço que já era forte antes mesmo da chegada do jogador.

Torcedor declarado, o novo reforço teve conexão imediata com a torcida. Isso já estava claro pela temperatura das redes sociais, mas foi confirmado pelo primeiro contato físico entre os alvinegros e o novo candidato a ídolo, no último domingo, no Nilton Santos, na vitória de 2 a 0 sobre o Sampaio Corrêa, pela Série B.

Tanto é que, ao analisar friamente, Rafael pouco mostrou na estreia. O que é normal para quem estava de férias há menos de duas semanas. A presença do jogador pareceu mais um prêmio a quem fez o esforço de estar na arquibancada, apesar de estar previsto no planejamento para que o atleta evolua fisicamente.

Foram 28 minutos em campo e pouca participação efetiva, mas os lances levantaram os ânimos da arquibancada. Rafael jogou na ponta direita, uma das posições em que ele se colocou à disposição, além da lateral-direita e do meio de campo. Após a vitória, o técnico Enderson sugeriu que deve usar o reforço mais vezes no ataque.

Até agora, a relação íntima foi nutrida por juras de amor e atitudes como a dos familiares do jogador, que escolheram acompanhar a estreia da arquibancada, e não de um dos camarotes. A partir deste domingo, o torcedor também espera para ver o que Rafael pode fazer em campo com a camisa do Botafogo.

Protocolo quase passa no teste

A volta do torcedor do Botafogo ao estádio foi marcada por organização na entrada, mas aglomerações e desrespeito ao uso de máscaras nas arquibancadas. O clube conseguiu cumprir o protocolo até o acesso dos torcedores, que se reuniram para gritar e apoiar a equipe assim que a bola começou a rolar.

Não foi por falta de fiscalização. O Botafogo contratou mais de 100 pessoas para garantir segurança e orientação. Fora os 150 policiais militares cedidos pelo poder público. Apesar do efetivo mais do que razoável, as cenas de aglomeração não foram evitadas. Dentro e fora do estádio o clube fez esforço para alertar os torcedores com placas e avisos sonoros, mas parte considerável não respeitou.

Até o apito inicial, o protocolo foi seguido à risca. Torcedores só entraram com uso de máscaras e ao apresentar comprovante de vacinação e teste negativo para a Covid-19. Policiais militares e seguranças particulares restringiam a entrada, concentrada no setor norte. Não houve aglomeração, assim como em todo o entorno, que apresentou, no máximo, pequenas reuniões em bares da região.

O problema aconteceu do portão para dentro, quando os torcedores quiseram fazer a festa que estava entalada na garganta há um ano e meio. O clube colocou à venda 4.999 ingressos. O público presente no estádio foi de 762 pessoas.

Fonte: ge

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