Confira mais informações sobre a Petição contra rebaixamento no Brasileirão 2020, liderada por um torcedor do Botafogo

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Um grupo liderado por José Paulo Ferreira Bouças, torcedor do Botafogo, entrou com uma petição na CBF nesta segunda pedindo que não haja rebaixamento na edição atual do Brasileirão em decorrência dos efeitos da pandemia de covid-19. Arley Carvalho foi o advogado responsável por protocolar o documento, ele quer o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) análise a questão.
O advogado justificou no documento que a ação é feita em nome de um torcedor: “O que se pretende com a presente Proposta/Reclamação é impedir que, os já graves efeitos da Pandemia, tragam maiores prejuízos às entidades participantes do Brasileirão 2020, sobretudo as que vierem a configurar nas últimas quatro posições ao final”.

O torcedor alvinegro José Paulo foi quem deu o ponta pé inicial na ideia, mas o grupo já conta com torcedores do outros três grandes clubes do Rio de Janeiro. Rajane Francisco dos Santos (Flamengo), Carlos José do Carmo Goudinho (Fluminense) e Hilário dos Santos Almeida (Vasco) aderiram à ideia e também foram citados no documento. Em entrevista ao site “ge.com”, o advogado Arley disse esperar “que a CBF tenha condição de verificar que a pandemia afetou todas as esferas, inclusive outras divisões do Campeonato Brasileiro”.

“Entendemos que o psicológico não fica normal para uma pessoa praticar atividade que depende de resultados. Se o Campeonato tiver 24 times, que tenha e que a gente consiga adequar o calendário”, argumentou Arley Carvalho.

Primeiro passo do grupo foi protocolar a petição na CBF a partir do desejo dos torcedores, o que se segue é buscar clubes que possam se interessar e entrar com a ação no STJD.

VIRADA DE MESA?
O termo “virada de mesa” é algo bem popular no futebol e sempre criticado pelos torcedores, mas Arley descarta que a ação seja uma tentativa de burlar as leis.

“Por décadas o país observou a prática equivocada de burla aos regulamentos com as chamadas “viradas de mesa” que ocorriam, conforme acima colocado, sem que houvesse uma motivação fática ou de direito apta a considerar a ausência de rebaixamento e acesso. (…) Não se está diante de uma “virada de mesa” justamente pela existência e ocorrência de um motivo fático e de direito apto a reconhecer a excepcionalidade”, defendeu.

Fonte: Portal OZK

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