Ex-Botafogo, Lulinha lembra disputa da Série B em 2015 e alerta: “Tem que ter muita disposição”

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Após o fim do contrato com o Jubilo Iwata, o meia-atacante Lulinha segue no Japão negociando com outros clubes. Enquanto treina para manter o ritmo, o jogador de 30 anos segue de olho no futebol brasileiro e em um time específico, o Botafogo. O atleta disputou a Série B com a equipe alvinegra em 2015, quando marcou três gols em 21 jogos. Seis anos depois, o Bota está de volta à segunda divisão do Campeonato Brasileiro.

– Pra mim foi uma passagem muito bacana. O clube vinha de um rebaixamento, o que é doloroso para todos, a gente sabe das dificuldades financeiras que já tinha naquela época. Mas tínhamos uma equipe com muita qualidade, uma equipe que tinha um capitão referência e ídolo, que era o Jefferson. Passamos por momentos difíceis, mas conseguimos colocar o Botafogo de volta à Série A e com título, o que foi importante pra nós. 

“O conselho que posso dar agora é lutar muito, porque a Série B é diferente, tem que ter muita disposição. Tenho certeza que esse ano vai ser bem difícil por ter tantos clubes de tradição na competição”.

Último time de Lulinha foi o Jubilo Iwata, do Japão — Foto: Divulgação / Jubilo Iwata

Último time de Lulinha foi o Jubilo Iwata, do Japão — Foto: Divulgação / Jubilo Iwata

Depois do Botafogo, Lulinha passou pelo Mogi Mirim e, ainda em 2016, deixou o Brasil para jogar no exterior, atuando na Coreia do Sul, Emirados Árabes, Chipre e Japão. O meia revela ter tido o desejo de continuar vestindo a camisa alvinegra naquela ocasião. 

– Eu gostaria de ter ficado pra 2016. Ajudar colocar a equipe de volta na Série A depois do título, pensei que poderia permanecer, mas a diretoria achou melhor não. Mas foi um ano muito feliz, onde joguei num clube grande do Rio e pude ajudar da melhor forma. Acho que todo jogador tem vontade de jogar ou voltar a jogar pelo Botafogo. 

Do elenco que disputou a Série B em 2015, ninguém defende o Bota atualmente. O goleiro Jefferson é quem ficou por mais tempo até se aposentar em 2018 como ídolo do clube. Para Lulinha, o Botafogo e outros clubes brasileiros precisam melhorar o planejamento no sentido de manter uma base ao longo dos anos. 

– Dos jogadores da minha época acho que não tem mais nenhum no clube. Acho que falta um pouco disso, manter uma base de jogadores que possam ajudar com sequência. Mudar muito é ruim para o clube, o time precisa se conhecer. Pelo calendário do futebol brasileiro, isso tem que ser muito rápido. Manter uma base é importante. Espero que o Botafogo volte pra primeira divisão, um clube grande e muito tradicional – concluiu.

Fonte: ge

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