Falta de indignação incomoda, e Botafogo deverá ter mudanças contra o Internacional

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Faltou entrega. Essa é a leitura feita não só pela imprensa, mas por torcedores e os próprios dirigentes do Botafogo após a goleada sofrida para o São Paulo na noite da última quarta-feira. O ge apurou que a falta de indignação da maioria dos atletas no vestiário incomodou, e o time deverá ter novas mudanças contra o Internacional.

Poucos jogadores se mostraram envergonhados e com raiva após a derrota por 4 a 0, e o sentimento de sofrimento e terra arrasada mostrado pela maioria expõe um time que jogou a toalha antes do apito final no Morumbi.

A postura diante do São Paulo faz a diretoria repensar, inclusive, as renovações dos contratos que terminam no fim deste mês. Muitas situações estão indefinidas, e alguns atletas podem ser dispensados ou barrados pela falta de atitude em campo.

Os contratos que se encerram no fim deste mês são de Diego Cavalieri, Cícero, Guilherme Santos, Helerson, Lucas Campos, Luiz Otavio, Marcinho e Saulo. Dois atletas tiveram os vínculos estendidos até o fim do Campeonato Brasileiro, Bruno Nazário e Honda.

Uma mudança radical já deve ser promovida contra o Internacional, às 19h do próximo sábado, no Beira-Rio. Eduardo Barroca, afastado das duas últimas partidas em razão da Covid-19, volta ao comando do Botafogo com a missão de mandar a campo jogadores com “vontade de vencer”. O técnico já não terá os zagueiros Marcelo Benevenuto e Rafael Forster, suspensos.

Para tentar motivar o elenco, a diretoria prometeu uma premiação em caso de permanência na Série A. Mas o entendimento é que falta cobrança dos próprios jogadores para que comecem uma reação no Brasileiro. Além das pressões impostas por diretoria e torcida, falta uma autorreflexão.

A perda de lideranças ao longo do último ano, como João Paulo e Joel Carli, influenciou de alguma forma nas relações entre os jogadores. A reportagem ouviu que novas lideranças, mais tímidas, surgiram, porém alguns atletas não têm recebido bem as cobranças.

A atitude do elenco nas próximas rodadas pode decidir o futuro do Botafogo e de quem continua no clube. Os dirigentes não querem jogadores sem vontade contaminando o restante do grupo: “Todo mundo se cobra ou vão juntos para o buraco”, disse um dos cartolas ouvidos pela reportagem.

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Fonte: Rádio Tupi

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