Famílias das vítimas do atropelamento visam ação judicial contra Marcinho

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    As famílias de Alexandre Silva de Lima e Maria Cristina José Soares, que morreram após serem atropelados por Marcinho, pretendem ajuizar uma ação visando um pedido de indenização por danos morais e materiais. O ex-lateral do Botafogo, através de um de seus advogados, chegou a fazer um primeiro contato com os familiares das vítimas, mas a proposta nem foi considerada, diante dos valores oferecidos

    Marcinho atropelou o casal no dia 30 de dezembro, na Avenida Lúcio Costa, no Recreio, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Alexandre Silva de Lima morreu na hora e Maria Cristina José Soares faleceu seis dias depois. Na ocasião, ela foi levada ao Hospital Lourenço Jorge em estado grave e, posteriormente, transferida ao Hospital Vitória, onde passou por cirurgia, mas não resistiu.

    O UOL Esporte tentou contato com a defesa do jogador, mas não obteve resposta até o fechamento desta matéria.

    Segundo perícia, o veículo que ele dirigia trafegava entre 86 Km/h e 110 Km/h — a velocidade máxima na via, porém, é de 70 Km/h. O carro, de modelo Mini Cooper, está em nome de uma empresa que tem Sergio Lemos, pai e empresário do lateral, como um dos sócios.

    Em depoimento prestado no dia 4, Marcinho afirmou que dirigia dentro do limite de velocidade e que o casal apareceu repentinamente à sua frente, sem que houvesse tempo de impedir a colisão. Testemunhas do acidente, porém, rebateram tal versão e indicaram que o jogador estava ” ‘costurando’ em alta velocidade”.

    O lateral não prestou socorro às vítimas sob a alegação de que estava com medo de ser linchado. O carro, que está no nome de uma empresa da qual Sergio Lemos, pai do jogador é sócio, foi encontrado a cerca de 600 metros do local do atropelamento.

    Fonte: UOL

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