Forster volta às origens e vira opção na lateral esquerda do Botafogo

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A boa atuação do zagueiro Rafael Forster como lateral esquerdo na vitória contra o Coritiba, no último sábado (19), chamou a atenção de alguns torcedores por se tratar de um improviso. O setor, porém, não é novidade para o jogador, que atuou desta forma no início da carreira e por ali se profissionalizou. Agora, se mostra como opção ao técnico Eduardo Barroca.

Forster foi a solução encontrada diante das ausências de Victor Luis, suspenso, e Guilherme Santos, que se recupera de lesão. Assim, o camisa 5 formou a linha de zaga com Kevin, Marcelo Benevenuto e Kanu. Após a vitória do Glorioso, de virada, foi elogiado e houve, inclusive, debate nas redes sociais sobre a possibilidade de manutenção, mesmo com Victor Luis à disposição.

Hoje zagueiro, Rafael era lateral esquerdo quando começou a caminhada no futebol. Cria da base do Internacional, teve passagem ainda por Náutico, Audax-SP, Audax-RJ e Brasil de Pelotas, antes de chegar aos Goiás, ainda em 2015, quando fez a estreia na elite do futebol. À época, desembarcou no Esmeraldino através de indicação do treinador Hélio dos Anjos e do diretor de futebol Harlei, ex-goleiro e ídolo do clube.

“Eu tinha disputado uma parte do Gaúcho daquele ano, com o Caxias, e os jogadores que me chamaram a atenção foram o Rafael e, do meu time, o Patrick, que hoje está no Inter. O Rafael era um lateral mais da linha de quatro, mais postado. Na minha visão, de tudo que eu tinha visto dele no Brasil de Pelotas, ele foi bem conosco. Depois que eu saí do Goiás, ele teve alguns problemas porque queriam mais ofensividade dele, mas com aquilo que foi a proposta do setor, fiquei bem preenchido com ele e com o Patrick”, contou Hélio dos Anjos, ao UOL Esporte, em matéria publicada em 19 de outubro.

Depois do Goiás, Forster foi para a Europa, onde defendeu o Zorya, da Ucrânia, e o Ludogorets, da Bulgária. Em julho, chegou ao Botafogo já como reforço para zaga, após indicação de Paulo Autuori. Porém, neste período em General Severiano, a zaga, talvez, tenha sido o setor em que menos atuou. Ainda com Autuori, foi usado como volante, assumindo função na última linha quando o time não tinha a bola.

Sob o comando da comissão técnica encabeçada pelo argentino Ramón Díaz foi menos utilizado. Já com Barroca, que ainda não contou com Guilherme Santos à disposição e teve Victor Luis suspenso já em duas oportunidades, virou opção na lateral esquerda e vem ganhando espaço.

No domingo (27), o Botafogo enfrenta o Corinthians, no Nilton Santos, e busca a segunda vitória consecutiva para dar mais um passo na luta para fugir da zona de rebaixamento à Série B.

Fonte: UOL

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