Guia da Série B 2021 – Vila Nova

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Campeão da Série C em 2020, o Vila Nova chega para o Brasileirão da Série B um pouco abalado mentalmente. No último final de semana perdeu a decisão do Campeonato Goiano nos pênaltis, para o Grêmio Anápolis, e completou 16 anos sem uma conquista estadual. O principal objetivo de 2021, porém, é fazer boa figura na ”Segundona”. Pode ter um campeonato tranquilo.

O clube contratou o brasileiro naturalizado japonês Wagner Lopes para comandar o time. Após uma sequência de resultados ruins e muita dificuldade na parte ofensiva, mandou embora o experiente Marcio Fernandes, que havia sido campeão na Série C. A equipe melhorou ofensivamente, mas precisa resolver questões coletivas e individuais para ser mais efetivo.

No lado individual, fazer com que Alan Mineiro e Pedro Junior se aproximem de seus melhores níveis. O primeiro segue com problemas físicos. Desde o sobrepeso até a sequência de lesões e dores musculares. Se estiver minimamente em forma, ainda pode fazer a diferença colocando os companheiros na cara do gol e finalizando de média distância. O segundo vive má forma técnica e perdeu a posição no time para o experiente centroavante Henan.

Na parte coletiva, o principal desafio do Tigrão é aumentar a letalidade. Mesmo buscando mais a bola do que os rivais em muitos jogos, acaba sendo perigoso de maneira constante em contra-ataques, principalmente acionando Kelvin, que vem bem pela ponta esquerda. Em fase ofensiva, precisa ganhar mais velocidade na circulação da bola. O volante Arthur Rezende é quem faz o time ”andar” em campo. Muitas vezes recuando na linha dos defensores em uma saída sustentada com quatro, e liberando o lateral-esquerdo Willian Formiga.

Alan Mineiro ou João Pedro, seja qual for o meia-central escolhido, flutuam nas costas dos volantes adversários. Dudu fica um pouco mais preso do que Arthur, e os laterais se projetam sempre em equilíbrio de ocupação de espaços com os pontas. Pedro Bambu costuma abrir o corredor para Celsinho. Já Kelvin fica bem aberto e Formiga dá um suporte por dentro. Defensivamente o time é compacto, mas falta um pouco mais de agressividade na abordagem de marcação e as coberturas na última linha são irregulares. Por vezes não funcionam.

Como faz os gols

Fase ofensiva/ataque apoiado – 32%

Contra-ataque – 24%

Bola parada aérea – 20%

Fase ofensiva/ataque direto – 20%

Bola roubada ou recuperada no ataque – 4%

Como leva os gols

Fase defensiva – 58%

Bola parada aérea – 33%

Transição defensiva – 9%

Fonte: UOL

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