Montenegro se despede da política do Botafogo e pede apoio na votação da SAF: “Torcer para dar certo”

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O ex-presidente do Botafogo Carlos Augusto Montenegro gravou um depoimento em que diz estar se despedindo da política do clube após 30 anos. No vídeo para o canal Bastidores da Arquibancada, no YouTube, o presidente do título brasileiro de 1995 afirma que os botafoguenses poderão encontrá-lo no camarote ou na Leste Inferior do Estádio Nilton Santos. Montenegro também pediu para que os sócios do clube marquem presença nas votações previstas para quinta e sexta da semana que vem.

– Aproveito para conclamar todos os botafoguenses a votarem nesse projeto. Vamos ter uma reunião no dia 13 no Conselho Deliberativo e, no dia 14, uma Assembleia Geral. O John Textor chegou de uma forma simples, direta e otimista. Foi uma pessoa que teve uma empatia tremenda com a torcida e me emocionou em alguns momentos. Vou torcer para dar certo. É uma experiência nova para o Botafogo e para o futebol brasileiro. Claro que vamos ter obstáculos, mas não tínhamos saída. Temos que torcer, ajudar, rezar e fazer o possível para isso dar certo.

Montenegro aproveitou para elogiar a administração de Durcesio Mello. Amigos há mais de 60 anos, o ex-presidente considera que o atual é um dos legados que deixa para o Botafogo. Além disso, considera que a recuperação da sede de General Severiano e o título de campeão brasileiro de 1995 são outros dois legados que deixa para o futuro do clube do coração.

A última atuação política ativamente presente de Montenegro foi no Comitê do Futebol, durante a gestão de Nelson Mufarrej, antecessor de Durcesio. O ex-presidente reconheceu os erros cometidos pelo grupo, mas diz considerar que também há mérito no comitê porque hoje o clube é cobiçado por um empresário estrangeiro.

– Não deu certo. A gente sabe de todos os erros cometidos. O comitê foi muito complicado porque são várias pessoas e acaba ninguém mandando. Eu acabei aparecendo mais por ser uma pessoa mais conhecida, mas não me arrependo. A gente fez o que pôde. Pagamos os salários da melhor forma possível, do jeito que a gente tinha e conseguiu. E se a gente chegou hoje a ter um clube com capacidade de se transformar em empresa, um clube cobiçado, acho que a gente teve uma participação nessa luta para manter o clube de pé.

Na parte final do depoimento, antes de se despedir, Montenegro lembrou que esteve desde o início na busca por investidores para o clube desde o primeiro projeto com Laércio Paiva, passando pelos irmãos Moreira Salles e por Gustavo Magalhães. Segundo ele, o Botafogo está no caminho certo com John Textor, que é um “candidato seríssimo” e com conhecimento no meio do futebol.

Fonte: ge

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