Não foi acidente: Botafogo ainda peca pela falta de intensidade e pela péssima transição ofensiva

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Este que escreve precisa ser sincero, pessoal: o Cuiabá é hoje o favorito no confronto contra o Botafogo nessas oitavas de final da Copa do Brasil. E não digo isso apenas pelo resultado final da partida desta terça-feira (27), no mas por tudo que foi apresentado Estádio Nilton Santos. O Dourado (que jogou de verde) foi muito mais organizado, intenso, concentrado e aplicado taticamente do que o Glorioso. Aliás, a derrota dentro de casa também escancarou os problemas táticos do escrete de Bruno Lazaroni. Lentidão na saída de bola, falta de intensidade e de objetividade, além de uma transição ofensiva de péssima qualidade. É bem verdade que o Botafogo pode se recuperar no jogo de volta na Arena Pantanal (marcado para a próxima semana), mas precisa apresentar um futebol muito mais eficiente do que aquele que eu e você vimos nesta terça-feira (27).

Também é preciso dizer que a vitória do Cuiabá não foi nenhum acidente de percurso ou “tropeço” de um clube de muito mais tradição e história do que a equipe do Mato Grosso. Os comandados de Marcelo Chamusca não estão disputando as primeiras posições do Brasileirão da Série B. Time ajustado num 4-2-3-1 que concedia poucos espaços na frente da sua área e que explorava bem as deficiências do seu adversário. Hayner e Maxwell aceleravam o jogo pelos lados do campo, Elvis distribuía bem os passes e ainda contava com a chegada constante de Nenê Bonilha e Matheus Barbosa. Do outro lado, o Botafogo (que também jogava no 4-2-3-1) abusava da lentidão nas trocas de passe no ataque. Bruno Nazário não se achou jogando pelo lado do campo, Cícero não conseguia dar a dinâmica necessária na saída de bola e os laterais Kevin e Victor Luís estavam bem vigiados.

Fonte: Torcedores.com

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