O que incomoda nos contratos do Botafogo

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Enquanto ainda debate o orçamento para 2021, o Botafogo se vê refém de alguns gatilhos contratuais que aumentam os gastos do clube, mesmo diante da queda à Série B. Um dos exemplos envolve o atacante Pedro Raul, que cumpriu a meta de atuar em pelo menos 60% dos jogos e terá que receber 1,5 milhão de euros (R$ 9,76 milhões), como informado inicialmente pelo “Canal do TF”. A divisão será em três parcelas, com a primeira vencendo em junho.

— O que nos incomoda na direção é a ausência de procedimento nos contratos, a falta de uniformidade. Isso envolve comissionamento para agentes e metas esportivas. É preciso que haja metas coletivas e que ela faça parte da faixa salarial. O Botafogo precisa ter resultado. Não pode ter uma meta individual. O que o Botafogo ganha com isso? O resultado é zero — disse o vice-presidente geral e de finanças, Vinicius Assumpção.

Diante da pouca chance de permanência na Série A, a direção está conversando com jogadores e empresários para mostrar a realidade. A perspectiva é de dificuldade para pagar salários. A alternativa pode ser um acerto para rescisões amigáveis. Há jogadores com propostas do exterior, mas o Botafogo tenta evitar um processo de liquidação e, assim, perder mais dinheiro. 

Fonte: Blog Dinheiro FC – O Globo

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