Polícia Civil indicia jogador Marcinho por duplo homicídio culposo em acidente

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    A Polícia Civil do Rio concluiu o inquérito que apura o acidente provocado pelo jogador de futebol Marcinho. O atleta foi indiciado por duplo homicídio culposo (sem intenção) após matar um casal de professores no Recreio dos Bandeirantes, na Zona oeste da capital do Rio, no dia 30 de dezembro de 2020. 

    De acordo com o delegado, Alan Luxardo, titular da 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes), o inquérito será relatado nesta sexta-feira (29) ao Ministério Púbico. Se a denúncia  que vier a ser apresentada pelo MP-RJ for aceita pela Justiça, Marcinho virá réu e estará sujeito a uma pena que varia de dois a quatro anos de detenção por cada uma das duas mortes.

    No dia 10 de janeiro, a CNN exibiu as imagens das câmeras de segurança obtidas pela Polícia Civil que mostravam o momento exato em que o jogador Márcio de Oliveira Almeida, o Marcinho, atropelava o casal de professores e na sequência fugia do local sem prestar socorro. Além da fuga, a polícia também recolheu as imagens que revelaram o trajeto anterior ao acidente. 

    Alexandre Silva de Lima e a esposa Maria Cristina José Soares, ambos professores do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet/RJ), morreram. O ex-atleta do Botafogo alega que não parou no local com medo de ser linchado.

    As imagens condiziam com o depoimento sobre o trajeto dado por Marcinho à Polícia Civil. Em seu testemunho, ele declarou que estava na casa de um primo, combinando uma confraternização para o Réveillon, e recebeu uma ligação da esposa para que fosse comprar itens para a ceia. 

    Apesar das imagens confirmarem o trajeto percorrido pelo jogador, outro ponto do depoimento ainda levanta questionamentos já que testemunhas do acidente afirmaram, em depoimento, que o motorista estaria em alta velocidade.

    Pessoas que estavam com Marcinho antes do atropelamento também foram ouvidas. Elas informaram que ele estava em um evento familiar e que não teria ingerido bebidas alcoólicas. 

    Apesar da suposta alta velocidade, o delegado Alan Luxardo informou que o crime é considerado um homicídio culposo (sem intenção) e não doloso.

    Fonte: CNN Brasil

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