Por que Honda pediu para sair do Botafogo antes do término de seu contrato?

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Keisuke Honda chegou ao Botafogo nos braços do torcedor, mas pelo visto sua despedida tende a ser no mínimo melancólica. De acordo com informação divulgada pelo GE, o japonês comunicou aos dirigentes alvinegros sua vontade de deixar o clube antes do término de seu contrato – válido até o término do Brasileirão, em janeiro de 2021.

Mas desde a bela recepção que teve por parte dos torcedores até o presente momento, o que aconteceu para Honda pedir para sair do Botafogo? Vários são os elementos desta história, que começou como um caso de amor e termina quase que com um clima de indiferença.

Lesão na coxa

A última vez que Honda esteve em campo foi na vitória por 2 a 1 sobre o Coritiba, pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro. O japonês foi substituído no segundo tempo e, posteriormente, teve detectada uma lesão muscular em sua coxa esquerda. O prazo de retorno para o japonês indicava os últimos jogos do Brasileirão. Este é um elemento.

Insatisfação dentro do clube

O principal motivo que encorajou Honda a tomar a decisão de pedir a rescisão de seu vínculo, contudo, é a situação do Botafogo. Se dentro de campo o clube faz uma das piores temporadas de sua história e está a detalhes de ter mais um rebaixamento confirmado, fora das quatro linhas é possível entender como a situação ficou tão dramática.

Além da estrutura muito aquém dos demais times da Série A, a diretoria botafoguense colecionou erros ao longo da temporada. A constante troca de treinadores (foram cinco em 2020) deixou o japonês publicamente irritado: quando o Botafogo anunciou a demissão do argentino Ramón Díaz, que sequer havia estreado, o meio-campista foi às suas redes sociais protestar e, inclusive, ali mesmo já havia deixado aberto a possibilidade de repensar o seu futuro.

Oferta da Europa

Além destas questões apresentadas, Honda ainda vem sendo especulado no futebol europeu. Segundo informações do jornal A Bola, de Portugal, o Portimorense seria o principal interessado no japonês.

Em 27 jogos pelo Botafogo, considerando todas as competições, Honda marcou três gols e não deu nenhuma assistência. O japonês termina 2020 como uma das várias decepções dentre as contratações feitas por clubes brasileiros.

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Fonte: BeSoccer

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