Reestruturação, salários em dia e acesso: focos do Botafogo que serão norte para o novo CEO

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O Botafogo se propõe em 2021 a fazer uma revolução interna. A diretoria eleita no fim do ano passado prometeu mais profissionalismo e menos espaço para decisões amadoras. Nesse sentido, o clube definiu três pilares como norte da gestão: reestruturação, salários em dia e acesso à Série A.

Os três focos, na verdade, são a continuidade e o resultado um do outro. Eficiência na organização financeira e administrativa gerará menos custo, menos problemas para pagar o que deve e um ambiente mais propício para o sucesso esportivo.

Presidente deixa gestão do clube nas mãos do novo executivo — Foto: Vitor Silva/Botafogo 

Com a definição do novo CEO, Jorge Braga, a principal cobrança será pela redução da dívida. O clube quer evitar demissões, ainda mais em meio à pandemia, mas tudo vai depender da avaliação interna e todos os setores serão reavaliados com o foco de cortar despesas. O desejo é tornar as diferentes áreas rentáveis. Os esportes olímpicos, por exemplo, terão que ser autossustentáveis.

Além do diagnóstico interno, a relação com os credores deve sofrer uma retomada. O vice-presidente Marcelo Barbieri segue à frente do departamento jurídico com a missão de começar novo diálogo para renegociar prazos e valores das dívidas. A esperança é diminuir penhoras e ter mais dinheiro para gerir o dia a dia. O CEO vai avaliar a chegada de mais um profissional para o setor.

Sobre salários em dia e acesso à Série A, essas são metas que já eram públicas e óbvias antes mesmo da chegada do CEO. Para o futebol, a aposta é no trabalho do diretor Eduardo Freeland e do técnico Marcelo Chamusca. Para não ter dívidas com funcionários, o clube negocia a renovação de um acordo judicial que evita atraso nos pagamentos.

Promessa de autonomia

Eleitos em novembro de 2020, o presidente Durcesio Mello e o vice Vinicius Assumpção assumiram com a promessa de levar profissionalismo ao clube. Como a S/A ainda não saiu do papel, essa mudança viria pela liderança de um novo executivo, Jorge Braga. O ge informou no fim de fevereiro que ele era o nome favorito.

Braga passará os próximos dois ou três meses mergulhado nos detalhes do clube — Foto: Vitor Silva/Botafogo 

Agora, a garantia é de que o diretor-geral terá autonomia para mudar a gestão alvinegra. Por razões estatutárias, a última assinatura será sempre do presidente, mas até os vice-presidentes devem trabalhar como auxiliares nas diferentes áreas. Além dos outros executivos que serão contratados.

– Vou estar ao lado dele o tempo todo, sem interferir porque daremos autonomia total para ele. A gente está dentro de um modelo associativo, então eu tenho que assinar ainda, mas ele que vai ser o cara que vai dizer tudo que tem que fazer e tomar o rumo do novo Botafogo – disse Durcesio.

Com a chegada do CEO, algumas definições devem correr mais rápido. Como o orçamento de 2021, que ainda não foi avaliado pelo conselho fiscal e nem votado pelo deliberativo. Braga vai avaliar os planos para fazer possíveis mudanças.

Fonte: ge

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