Serra Macaense diz que aceitou a proposta do Athletico por Babi e aguarda negociação entre Furacão e Botafogo

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A novela envolvendo o futuro de Matheus Babi não tem data para ter o último capítulo, mas os episódios mostram que está caminhando para o fim. A reportagem conversou com Rodrigo dos Santos, presidente do Serra Macaense, clube detentor dos direitos econômicos do atacante, que revelou que chegou a um acordo com o Athletico-PR e espera o fim da negociação do Furacão com o Botafogo, clube que o jogador tem vínculo de empréstimo até dezembro.

“Entre nós (Serra Macaense e Athletico-PR) está tudo resolvido. Agora, Botafogo e Athletico estão negociando.”

Ainda de acordo com o mandatário do time de Macaé, o Athletico-PR aceitou desembolsar R$ 9 milhões, à vista, para adquirir 70% dos direitos econômicos de Matheus Babi. Ao ser questionado sobre quem ficaria com o restante (30%), Rodrigo respondeu:

“Essa parte está em negociação. Nós (Serra Macaense) somos donos de 100% dos direitos econômicos de Babi. Botafogo tem direito a 40% da taxa de vitrine”.

Por fim, Rodrigo também confirmou que o Botafogo pede uma compensação financeira para liberar Matheus Babi. Segundo ele, o impasse com o Athletico-PR é justamente a pedida do Alvinegro.

“Estão negociando entre 2 e 3 milhões (de reais). Esse é um dos impasses”, resumiu Rodrigo.

Antes de ter acordo com o Athetico-PR, o Serra Macaense fechou verbalmente com o Fluminense, mas, diante das dificuldades de negociação com o Botafogo, o Tricolor tirou o time de campo e desistiu da contratação do atacante Matheus Babi. Agora, o caminho está livre para o Furacão ter o jogador até o fim de 2025, que é o acordo que a diretoria chegou com o estafe do atleta.

Entenda o contrato entre Babi, Botafogo e Serra Macaense:

Matheus Babi foi contratado pelo Botafogo por empréstimo até dezembro de 2021. Os direitos econômicos (100%) do atacante pertencem ao Serra Macaense, que fez um acordo com o Alvinegro de estabelecer multa rescisória durante o empréstimo de € 3 milhões, cerca de R$ 20,1 milhões, com um detalhe: o montante precisa ser pago à vista, ou parcelado com o aval dos dois clubes.

A questão é que se um clube pagar a multa rescisória (€ 3 milhões), a taxa de vitrine do Botafogo durante o empréstimo é de “apenas” 40% deste valor (€ 1,2 milhões). Nada impede, entretanto, que se uma proposta com montante menor do que colocado na cláusula se rescisão não seja aceita.

Caso um clube faça oferta menor do que € 3 milhões, o Serra Macaense pode negociar com o Botafogo, deixar € 1,2 milhões com o Alvinegro, valor que já receberia pela taxa de vitrine, e topar ficar com um valor menor do que poderia embolsar com a multa rescisória.

Fonte: O Dia

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