Testemunhas corroboram versão de que Marcinho, ex-Botafogo, não estava alcoolizado; jogador prestará novo depoimento

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    O delegado Alan Luxardo, que comanda as investigações sobre o atropelamento do dia 30 de dezembro, ouviu novas testemunhas trazidas pela defesa do lateral Marcinho na última quarta-feira. Os relatos corroboram a versão do jogador de que ele não havia bebido antes de dirigir o carro que atropelou e matou duas pessoas no bairro do Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro.

    O ex-lateral do Botafogo atropelou um casal de professores na noite do último dia 30 e não prestou socorro. Uma das vítimas morreu no local. A outra faleceu na última terça-feira, após uma semana internada. As testemunhas confirmaram que o atleta estava em uma confraternização familiar antes do acidente e contaram como havia sido o dia do jogador. 

    Marcinho, ex-Botafogo, e o pai Sergio Lemos de Oliveira saem da delegacia ao lado do carro do acidente — Foto: Davi Barros / ge

    Marcinho, ex-Botafogo, e o pai Sergio Lemos de Oliveira saem da delegacia ao lado do carro do acidente — Foto: Davi Barros / ge 

    Marcinho e o pai do jogador, Sergio Lemos de Oliveira, prestaram depoimento na última segunda-feira. O lateral será ouvido novamente pelo delegado responsável pela investigação, mas ainda sem data marcada. Testemunhas que presenciaram o acidente contradisseram o depoimento do condutor do veículo e afirmaram que o carro estaria em alta velocidade.

    Alexandre Silva de Lima morreu no local, e Maria Cristina José Soares foi internada em estado grave no Hospital Lourenço Jorge. Mas não resistiu.

    Fonte: ge

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