Xará paulista vive crises com S/A: “carruagem que virou abóbora”

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    A situação do Botafogo é crítica e piora cada vez mais por causa de uma gestão que se diz profissional, mas só faz dívidas e obtém resultados desportivos desanimadores (dois quase rebaixamentos no Paulista e agora Z4 da Série B).

    O investidor mostra que não tem nada de parceiro e não se importa com a instituição centenária da qual ele é sócio. Não ouve torcida, conselheiro, diretor… Só ouve quem fala o que ele quer. Em uma gestão sem uma gota de transparência.

    Foram feitos vários contratos irregulares que geram danos gravíssimos ao Botafogo Futebol Clube, dono de 60% da Botafogo SA (os outros 40% são da Trexx, de Adalberto Baptista).

    Além disso, essa porcentagem é só no papel. Porque a instituição não tem voz e vários pontos do memorando de intenções que deu início ao negócio são ignorados.

    Tais fatores impedem que o Botafogo Futebol Clube pague suas dívidas, até porque o clube não tem receita: cotas de TV e federações, patrocínios, sócio e bilheteria vão pra SA, que não repassa nada ao BFC.

    O clube passou anos lutando para quitar uma dívida bancária de R$ 120 milhões, equalizar refinanciamentos fiscais e dívidas trabalhistas (após perda do PROFUT). Preparou o terreno para uma vida nova, mas a carruagem da profissionalização que chegou se transformou em abóbora.

    Por isso (entre outros motivos), um grupo de conselheiros (incluindo ex-presidentes) decidiu entrar na Justiça pedindo anulação dos contratos irregulares/leoninos. Algo que merece tanto destaque na grande mídia quanto a transformação em SA, que ganhou os holofotes em 2018.

    A cada dia que passa, a identificação da torcida e o sentimento de pertencimento de uma comunidade que construiu o BFC se perdem mais.

    Fonte: Blog Terceiro Tempo

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